|
|
Espresso Venture capital O financiamento de venture capital em 2026 é recorde e cada vez mais concentrado em rodadas gigantes de IA, enquanto o número de negócios seed e early-stage cai, segundo a Crunchbase. → Livros A Readwise lançou o Readwise Books, app que reúne loja de e-books, rastreador de leitura, estatísticas detalhadas e recursos de IA para desafiar o ecossistema da Amazon. → Data centers A Omen AI comprou a Aquatic Labs por US$ 16 milhões, em um acordo entre duas startups que tratam do problema da água nos data centers. →
|
|
|
|
Leilão de transmissão recebe ofertas nos oito projetos e mantém deságio médio de 50%
 O leilão de concessões de transmissão realizado na sexta-feira, na B3, parecia ocorrer num mundo paralelo ao caos do mercado financeiro desde as eleições. Apesar da queda da Bolsa e do salto nos juros longos, os oito projetos, com capex total estimado em R$ 8,9 bilhões, receberam ofertas de diversas empresas. O deságio médio foi de 50%, próximo ao das últimas licitações do setor. Alguns grupos estavam mais cautelosos. A AXIA Energia, principal vencedora do leilão de julho, fez propostas com deságios entre 3% e 32%, contra mais de 50% no pregão anterior, e saiu sem lotes. Engie e Alupar, que haviam levado lotes nas outras duas licitações do ano, também ficaram de fora. State Grid, Taesa e ISA Energia não participaram. Os vencedores foram grupos de capital espanhol, tradicionais em transmissão no Brasil. A Neoenergia, da Iberdrola, a construtora Cymi e a Celeo Redes levaram dois projetos cada. A Cox, originada da antiga Abengoa, ficou com um lote, e a portuguesa EDP levou outro. Um executivo de empresa concorrente disse que a proximidade da eleição afeta o valuation de todos de forma quase uniforme, e o que varia é a percepção de risco de cada um nas premissas do lance. Uma fonte de banco avalia que as vencedoras apostaram na normalização do mercado de dívida em um ou dois anos, quando precisarão captar o financiamento de longo prazo. Como as receitas são estáveis e corrigidas pela inflação, os projetos são vistos como porto seguro, e grandes utilities com custo de capital menor ou braço de construção são as mais competitivas.
Mesmo com juros em alta, o apetite por transmissão segue firme, mas o retorno depende de o crédito de longo prazo ficar mais barato adiante.
Fonte: Brazil Journal
Ouvido no balcão Os retornos em transmissão estão comprimidos Executivo de um banco, ouvido pelo Brazil Journal |
|
|  | |
|
Negociação noturna de ações nos EUA cresce 359% e a Nasdaq planeja operar 23 horas por dia
 Em agosto de 2026, o volume médio diário de ações negociadas entre 20h e 4h nos Estados Unidos cresceu 359% sobre o mesmo período de 2025, chegando a 144,6 milhões de papéis. O valor movimentado nessa faixa foi de US$ 7,4 bilhões por dia, alta anual de 249%, segundo levantamento da divisão de mercados e negociação da SEC. A madrugada ainda representa menos de 1% do volume total do mercado americano. Mesmo assim, a escala crescente leva bolsas, corretoras e empresas de infraestrutura financeira a rever um modelo que, por décadas, ficou concentrado em poucas horas do dia. A demanda vem principalmente de investidores internacionais, com destaque para a Ásia. Para quem está em Hong Kong, Singapura ou Seul, o horário regular de Wall Street coincide com a noite ou a madrugada local. Contas classificadas como estrangeiras responderam por 37% do volume noturno no segundo trimestre de 2026. A Nasdaq planeja operar 23 horas por dia a partir de dezembro, com uma nova sessão noturna. A Robinhood relatou que 70% de suas operações com ações tokenizadas ocorrem fora do horário regular. Na infraestrutura, a Ripple amplia a colaboração com o BNY em custódia de ativos digitais, e a modernização é vista como essencial para facilitar a entrada de investidores estrangeiros.
O pregão americano deixa de ser um compromisso de horário fixo, e quem investe lá de fora ganha uma janela que cabe no próprio expediente.
Fonte: Neofeed
A dose exata A negociação noturna de ações nos EUA cresceu 359% em um ano e chegou a 144,6 milhões de papéis por dia em agosto. |
|
|  | |
|
Omni capta rodada para dobrar a base de vidas do seu seguro de medicamentos até o fim do ano que vem
 A Omni, que criou um seguro de medicamentos já usado por Azul, Light, MetLife e Spoleto, fechou uma rodada para financiar um plano de expansão agressivo. A meta é dobrar a base de vidas até o final do ano que vem, chegando a uma receita de R$ 50 milhões. A captação foi liderada pela ACNext, gestora de venture capital fundada por ex-executivos da Accenture. Participaram também dois fundos que já estavam no cap table: a GreenRock, das famílias fundadoras do laboratório Salomão Zoppi, e a Enseada, family office dos Larragoiti, da SulAmérica. O valor da rodada não foi revelado, mas o CEO Fernando Domingues disse que a startup levantou R$ 30 milhões no total, em três rodadas desde a fundação, em 2024. Domingues foi um dos fundadores da Conexa Saúde, de telemedicina, que captou cerca de R$ 300 milhões com investidores como Goldman Sachs, General Atlantic e Vivo Ventures. Ele fazia parte do conselho desde 2022 e vendeu sua participação a um fundo no ano passado para se dedicar 100% à Omni. A tese parte da comparação com os EUA, onde a cobertura de medicamentos é obrigatória nos planos de saúde e os PBMs, como CVS Caremark, Express Scripts, Optum Rx e a PillPack (da Amazon), prestam serviço às operadoras. No Brasil, o tema não faz parte do rol de exigências da ANS. No modelo da Omni, empregadores e operadoras pagam um valor mensal por vida e definem quanto cada colaborador pode gastar com remédios, na aposta de que o acesso evita agravamento de doenças, afastamentos e internações.
Um mercado que nos EUA é gigante e aqui ainda é pequeno ganha mais um player com dinheiro novo para crescer.
Fonte: Brazil Journal
|
|
|
|
No radar · a agenda de hoje Hoje · Sai o episódio do podcast The Builders, de Walter Isaacson, com Garry Tan falando do gasto com agentes de IA. Amanhã · O TechCrunch Founder Summit começa em Boston, às 9h (horário da costa leste dos EUA). Esta semana · O Copom se reúne para decidir a meta da Selic, enquanto a proposta de André Lara Resende para reduzir os juros segue em debate.
|
|
Pra viagem Abra a fatura de uso de IA do último mês, some o gasto com tokens por projeto e compare com o que cada projeto entregou. Modelos que aprendem com o uso, mercados que não fecham e lances feitos de olho no juro de daqui a dois anos: o dia premiou quem aposta no que ainda vai amadurecer. Resta saber quem aguenta o tempo até lá. |
|
|
|
| |
|
| |
|
| |
| Escolha o tema de amanhã | Qual tema você quer ver amanhã? Voto aberto até 23h |
|
| |
| Recomendação da rede |  | LuxShot É a dose diária das notícias do universo do luxo, no mesmo formato de 3 minutos. O universo do luxo, num shot. Chega no seu email, todo dia às 6h. Quero ler → |
|
|
| |
|
Sua ofensiva
|
| 🔥 {{streak_atual | 0}} {{streak_titulo | Comece sua ofensiva hoje}} |
recorde {{streak_recorde | 0}} |
◆ {{ouro_linha | Cada edição vale 10 de ouro: voto, quiz e clique.}}
| |
| |
|
O ecossistema inteiro, num shot
Rodada fechada.
StartupShot
parte da rede The Shot
|
|