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Espresso Berkshire A Berkshire Hathaway já investiu US$ 930 milhões na italiana Bending Spoons, incluindo US$ 600 milhões no IPO de julho. → Saúde digital A healthtech mineira Matria captou US$ 6,5 milhões em rodada seed liderada pela Astella para usar IA na gestão de pacientes em hospitais. → Educação médica A Vinci Compass comprou o controle da Sanar, plataforma de educação médica, mantendo os fundadores na gestão. →
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Intero Biosystems vence o Startup Battlefield da Disrupt 2026 e leva US$ 100 mil
 A startup de Denver Intero Biosystems venceu o Startup Battlefield da TechCrunch Disrupt 2026, levando o troféu e US$ 100 mil em prêmio depois de três dias de pitches em São Francisco entre 20 startups selecionadas. Fundada por Charlie Childs e Madeline Eiken, com origem na Universidade de Michigan, a empresa desenvolve organoides intestinais humanos de 1mm, tecido cultivado em laboratório que imita o intestino. O produto principal, chamado GastroScreen, é vendido para farmacêuticas, biotechs e empresas de alimentos e químicos testarem como drogas e outros compostos afetam o corpo humano antes de chegarem a testes em pessoas. A disputa teve cinco finalistas julgados por investidores como Alexa von Tobel (Inspired Capital), Dayna Grayson (Construct Capital) e Stacy Brown-Philpot (Cherryrock Capital). A australiana Apate, que usa milhares de agentes de IA para enganar golpistas em ligações e mensagens de phishing, ficou como segunda colocada. Com a vitória, a Intero Biosystems entra para uma lista de ex-vencedores e finalistas do Battlefield que inclui Trello, Discord, Cloudflare e Mint, um histórico que costuma ajudar a atrair investidores para a próxima rodada.
Reforça que testes de laboratório com tecido humano cultivado ganham espaço como alternativa antes de ensaios clínicos.
Fonte: TechCrunch
A dose exata A Intero Biosystems levou US$ 100 mil em prêmio ao vencer entre 20 startups finalistas do Battlefield. |
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Agenda eleitoral trava regulamentação do Redata e congela R$ 90 bi em data centers
 Um mês depois de virar lei, o Redata, programa de incentivos fiscais para data centers no Brasil, segue sem regulamentação. O decreto está travado na Casa Civil em meio à disputa eleitoral entre Lula e Flávio Bolsonaro, segundo apurou o NeoFeed. O setor aguarda para viabilizar investimentos estimados em R$ 90 bilhões até 2027, mas o Ministério da Fazenda, que havia prometido o decreto até setembro, não entregou o texto por divergências internas sobre o uso de gás natural como fonte de energia para os data centers. Outras prioridades do governo no período eleitoral, como a MP que suspendeu as bets, a ampliação de benefícios do MEI e a aprovação do fim da escala 6x1 no Senado em 14 de outubro, passaram à frente do Redata na fila de decisões do Palácio do Planalto. Uma carta aberta assinada por 32 entidades empresariais já pede regulamentação urgente, mas não há expectativa de destravar o decreto no curto prazo. Empresários acreditam que as adesões ao programa só devem avançar depois da definição das regras e de uma eventual redução de ICMS pelo Confaz, que pode ficar para 2027.
Quem quer investir em data center no Brasil segue sem saber as regras do jogo, e o calendário eleitoral manda mais que o cronograma econômico.
Fonte: Neofeed
O nível da xícara Investimentos previstos travados ou em disputa, em bilhões de reais | Redata (data centers) | | R$ 90 bi |
| Rodovias+ferrovias 2027 | | R$ 263 bi |
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Saneamento brasileiro carrega R$ 147,3 bi em dívidas, aponta mapeamento inédito
 Um levantamento da Vitrify, plataforma de dados para crédito privado, mapeou pela primeira vez o endividamento do setor de saneamento básico no Brasil: R$ 147,3 bilhões distribuídos em 187 operações e 242 instrumentos financeiros, segundo reportagem do NeoFeed. A concentração é alta: Aegea (R$ 55,1 bilhões) e Sabesp (R$ 28 bilhões) somam mais da metade de toda a dívida do setor. Cerca de 40% do estoque, R$ 59,5 bilhões, está em debêntures incentivadas, e o restante em debêntures comuns. O mercado secundário desses papéis é desigual: apesar de R$ 58,8 bilhões negociados no ano, 68 instrumentos financeiros não tiveram nenhum negócio, sinal de baixa liquidez em parte relevante da dívida. Além disso, 40% dos instrumentos não têm garantia, o que preocupa num setor que depende de contratos de longuíssimo prazo. O pano de fundo é a meta de universalização do saneamento, que exige R$ 700 bilhões em investimentos até 2033. O estudo recomenda cautela a investidores de renda fixa, já que o descasamento entre prazos de dívida e de concessões, somado a riscos regulatórios e de governança, pode dificultar a saída de quem entrar nesses papéis.
Quem investe em debênture de saneamento precisa olhar liquidez e garantia, não só o nome da concessionária.
Fonte: Neofeed
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Assembleias de credores da Oncoclínicas votam o plano de recuperação extrajudicial de R$ 5,1 bilhões. Amanhã · Encerra o período de inscrição com desconto para o TechCrunch Founder Summit, em Boston. Próximos dias · Assinatura dos termos de adesão ao plano da Oncoclínicas prevista para 20 de outubro, se aprovado nas assembleias.
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Pra viagem Conferir, antes de investir em debênture de saneamento, se o instrumento tem garantia e histórico de negociação no mercado secundário. De fintech a hospital, de data center a rodovia, o fio de hoje é o mesmo: quem decide na última hora, seja um contrato ou um decreto, paga caro pela demora. |
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