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Espresso Capital Startups mexicanas captaram US$ 1,52 bilhão entre janeiro e setembro, cerca de 41% a mais que os US$ 1,08 bilhão destinados às brasileiras. → Healthtech A Alice captou US$ 40 milhões em rodada liderada pelo IFC para intensificar os esforços em IA e lançar novos produtos com IA no core. → Unicórnio A Town, startup de assistente de IA, chegou a valor de unicórnio com rodada Série B de US$ 108 milhões, liderada por Forerunner Ventures e Menlo Ventures, quatro meses após o lançamento. →
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Inter compra fatia da Wiz Co por R$ 409,5 milhões e fica com 100% da seguradora
 A Wiz Co, companhia de corretagem de seguros, assinou na segunda-feira, 19 de outubro, acordo para vender ao Banco Inter os 39,75% que detém na Inter Seguros por R$ 409,5 milhões. Com a conclusão do negócio, o banco passará a deter a totalidade do capital social da empresa, desconsideradas as ações mantidas em tesouraria. O valor será pago à vista e corrigido pela variação do CDI entre 2 de outubro de 2026 e o fechamento da operação. Não há ajustes posteriores, parcelas variáveis ou condições atreladas ao desempenho futuro da Inter Seguros. A transação ainda depende de aprovações do Banco Central e do Cade. A venda encerra um investimento iniciado em 2019, quando a Wiz adquiriu 40% da Inter Seguros por R$ 114 milhões. Na época, a operação fazia parte da estratégia de diversificação da corretora, que queria explorar a plataforma digital do Inter e sua base de clientes, combinando o alcance do banco com a experiência da Wiz em canais de venda de seguridade. Para a Wiz, a saída faz parte do esforço de simplificar a atuação e reduzir a dependência da parceria com a Caixa, após o fim da exclusividade de quase 50 anos. A empresa fez 19 operações de M&A e mais de 20 acordos comerciais e, em 2023, entrou em um ciclo de consolidação focado em ampliar margens e simplificar a estrutura. Os recursos da venda ficam em caixa até nova deliberação.
Uma sócia sai e o banco fica com a seguradora inteira, enquanto a Wiz ganha caixa para a fase de simplificação.
Fonte: Neofeed
O nível da xícara Valor pago pela fatia da Wiz na Inter Seguros: 40% em 2019 e 39,75% agora, em reais. |
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M. Dias Branco compra 80% da Grespan e entra no mercado de pão congelado
 A ação da M. Dias Branco subiu mais de 3% depois de a companhia anunciar a aquisição de 80% da Grespan, fabricante de produtos de panificação congelados. Os fundadores, José Marcos e Marlene Grespan, ficam na operação por até cinco anos para ajudar na integração, e a M. Dias tem a opção de comprar os 20% restantes nesse período. O valor não foi divulgado, e o negócio encerra um hiato de quatro anos sem aquisições da dona de Piraquê, Adria e Vitarella. O negócio é pequeno: a receita da Grespan, de R$ 139 milhões em 2025, equivale a cerca de 1% do faturamento da compradora. Mesmo assim, abre uma avenida de crescimento em produtos com trigo, cadeia que a M. Dias já conhece, com sete moinhos e presença entre as maiores fabricantes de biscoitos e massas do País. Agora ela passa a oferecer pães congelados a padarias, supermercados e atacarejos. Fundada em 2009, a Grespan atende mais de 1.100 clientes, principalmente no Sudeste e no Centro-Oeste, e tem mais de 60 produtos, com destaque para o pão francês. O modelo vai além da fábrica: inclui logística própria, fornecimento de equipamentos e suporte técnico aos estabelecimentos. A tese é que o serviço ganhe peso conforme padarias e supermercados tentam reduzir a dependência de mão de obra especializada, cada vez mais escassa. Segundo o Bradesco BBI, produtos de terceiros já eram 31,9% da receita das padarias no ano passado, ante 29,3% em 2020. A expansão da Grespan começa por São Paulo, e o management diz que suas margens superam a média consolidada da M. Dias.
Aquisição pequena em receita, mas dá à M. Dias uma porta para vender pão congelado a padarias que querem menos mão de obra.
Fonte: Brazil Journal
A dose exata A receita da Grespan, de R$ 139 milhões em 2025, equivale a apenas 1% do faturamento da M. Dias Branco. |
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Americanas encerra a recuperação judicial e passa a operar sem supervisão da Justiça
 A Americanas saiu oficialmente da recuperação judicial na segunda-feira, 19 de outubro. A decisão é da 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, que reconheceu o cumprimento das obrigações previstas no plano aprovado pelos credores. O pedido de encerramento partiu da própria companhia em março e foi acolhido após manifestações favoráveis do Ministério Público e do administrador judicial. O marco veio poucos dias depois de outro desdobramento. Em 16 de outubro, a Justiça Federal do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra 12 ex-executivos da varejista, que passaram à condição de réus no processo sobre a fraude contábil revelada em 2023. A crise começou em janeiro de 2023, quando a Americanas informou ao mercado inconsistências contábeis estimadas em cerca de R$ 20 bilhões. O episódio levou a investigações e à troca de administração, e a apuração concluiu que o esquema envolvia ocultação de operações financeiras e manipulação de receitas. Desde então, a empresa reestruturou suas finanças e acumulou ganho operacional de R$ 500 milhões nos últimos dois anos. Sem supervisão judicial, mantém o foco em uma rede de mais de 1.400 lojas e em categorias de giro rápido. A saída do processo põe ponto final em uma das etapas mais relevantes da crise.
A empresa volta a operar sem tutela judicial, enquanto a responsabilização dos ex-executivos segue na Justiça.
Fonte: Neofeed
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Venda da Inter Seguros: o negócio de R$ 409,5 milhões entre Wiz Co e Banco Inter ainda depende de aprovações do Banco Central e do Cade. Em andamento · Ações penais da fraude contábil da Americanas: os 12 ex-executivos viraram réus em 16 de outubro. Em andamento · Ri Happy: pedido de recuperação extrajudicial com valor da causa de R$ 827,4 milhões, protocolado no domingo, 18 de outubro.
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Pra viagem Liste os seus projetos que usam PyTorch e anote em cada um a linha de configuração do dispositivo, para medir o tamanho da troca antes de testar o Trainium. Hoje teve quem comprou o que faltava, quem vendeu o que pesava e quem prometeu trocar de chip sem mexer no código. A pergunta que fica: o que na sua operação continua no lugar só por hábito? |
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