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Espresso Venture A Tin Men Capital lidera uma Série A de US$ 7,4 milhões na startup de IA visual Ailytics, para expandir operações na Ásia-Pacífico, nos Estados Unidos e no Golfo. → Cripto Hong Kong nomeia a Solana Company, listada na Nasdaq, como empresa estratégica, segundo o TradingView. → Bancos O Bradesco BBI reduziu a recomendação para ações brasileiras de overweight para neutra, citando que novas altas dependem de avanços fiscais e dos resultados das empresas. →
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PL segue como maior bloco no Congresso e Tarcísio assume o centro da direita
 Com a derrota do senador Flávio Bolsonaro (PL), o bolsonarismo sai arranhado pela segunda vez seguida numa disputa pelo Planalto. Se em 2022 Jair Bolsonaro não alcançou a reeleição, em 2026 o filho não convenceu o eleitor a barrar um quarto mandato de Lula, mesmo com a vitória no primeiro turno e com a direita em peso na campanha. O quadro pessoal pesa. Flávio ficará sem mandato pelos próximos quatro anos e ainda deve enfrentar investigações na Justiça, enquanto Jair permanece preso em regime domiciliar em Brasília. Para o cientista político Leonardo Barreto, ouvido pelo NeoFeed, o campo ficará enfraquecido. A aposta conservadora passa pelo Congresso e pelos governadores. O PL se consolidou como o maior bloco do Congresso, e Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, e Michelle Bolsonaro ganham força como potenciais líderes. Barreto lembra que Ratinho Junior, ex-governador do Paraná, ficará sem mandato. Há espaço tanto para uma direita mais moderada quanto para o retorno a um estilo mais radical. Novas lideranças, como Lucas Pavanato e Eduarda Campopiano, surgem no cenário legislativo, e a juventude do bolsonarismo pode garantir a continuidade do movimento.
A oposição entra no quarto mandato de Lula dividida entre moderação e radicalismo, com o Congresso como principal trincheira.
Fonte: Neofeed
Ouvido no balcão Por que o eleitor ainda daria uma segunda chance aos Bolsonaro? Leonardo Barreto, cientista político e consultor, ao NeoFeed |
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Orçamento do Lula 4 chega com 91,7% das despesas primárias travadas
 A vitória de Lula no segundo turno de 2026 pode ter renovado o capital político, mas traz rápido uma ressaca matemática no Palácio do Planalto, agravada por um Congresso de perfil ainda mais conservador. Segundo o NeoFeed, o presidente herda uma máquina pública com escassa margem de manobra. Os números explicam o aperto: a fatia de despesas primárias travada por gastos obrigatórios chega a 91,7%, e a meta é entregar um superávit efetivo de R$ 18,6 bilhões em 2027. O espaço para novos investimentos, nas palavras da reportagem, é virtualmente nulo. Para os especialistas ouvidos, a governabilidade será testada além da articulação com o Congresso, na capacidade de reequilibrar uma equação tripla: restrição fiscal, avanço do crime organizado sobre a economia formal e aceleração dos impactos climáticos sobre a infraestrutura do País. A questão fiscal está no centro. Melhorar a segurança, prevenir desastres e ampliar investimentos exige recursos, e recuperar a capacidade de investir passa por rever a qualidade do gasto num orçamento dominado por despesas obrigatórias. Os especialistas defendem um plano fiscal gradual, e na segurança o combate ao crime organizado pede abordagem coordenada, com a criação de um Ministério da Segurança Pública.
As promessas de investimento do novo mandato disputam um orçamento com pouquíssima folga.
Fonte: Neofeed
A dose exata Quase todo o orçamento já tem dono: 91,7% das despesas primárias estão travadas por gastos obrigatórios. |
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Alckmin ganha protagonismo e pode assumir a Fazenda no Lula 4
 Reeleito, Lula chega ao quarto mandato precisando rever a trajetória do governo, a começar pelo ministério. O vice-presidente Geraldo Alckmin deve ter papel mais central, eventualmente como ministro da Fazenda, segundo o NeoFeed. Ainda na campanha do segundo turno, Lula sinalizou nos bastidores que Alckmin teria mais espaço, num aceno à centro-direita e ao setor financeiro, onde o mercado sempre criticou seus governos. Se não for na Fazenda, Alckmin poderá ter função relevante para dialogar com o chamado “PIB”, em referência a empresários e aos principais setores da economia, conta um aliado do governo. No terceiro mandato, Alckmin acumulou a vice-presidência com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), intensificou contatos com empresários e atuou na interlocução com o governo americano nas negociações para reverter o tarifaço. Outros nomes, como Camilo Santana e Fernando Haddad, também podem voltar, e Lula planeja criar um Ministério da Segurança Pública. Ministros atuais, como Dario Durigan e Bruno Moretti, ainda não têm garantia de permanência, e o governo deve considerar realocar parlamentares derrotados, como João Campos, e ex-ministros que não se reelegeram. A reformulação mira também um Congresso mais conservador.
A escolha do ministro da Fazenda será o primeiro sinal de quanto o novo governo quer dialogar com o mercado.
Fonte: Neofeed
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Abertura da Bolsa: gestores esperam que o circuit breaker seja ativado, com pausa de 30 minutos se o Ibovespa cair 10% sobre o fechamento anterior. Hoje · Dólar e juros: o contrato futuro de real na CME apontava para R$ 5,50, e o DI de janeiro de 2029 pode abrir mais de 100 pontos-base. Em aberto · Projeto das big techs na Câmara: segue com o relator Aliel Machado, e o novo ministério de Lula ainda não tem nomes definidos.
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Pra viagem Abra hoje o app da corretora e confira quanto da sua carteira está em varejistas, bancos e ações sensíveis a juros antes de decidir qualquer ordem. Lula fala de IA e data centers enquanto o mercado ainda calcula o preço da mudança. Fica a pergunta de quanto do plano cabe no orçamento que sobra. |
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EDIÇÃO SELADA
Quem leu até aqui tem mais um achado desta edição atrás do lacre.
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Sua ofensiva
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Clímax da temporada
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Maratona dos 7 dias finais
Dia 2 de 7 · a temporada de outubro fecha 31/10
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O ecossistema inteiro, num shot
Rodada fechada.
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